quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Exposição: "Urubu Ka'apor" Curadoria: Beatriz Cruz Museu de Arte Sacra São Paulo.


MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO DESTACA A ARTE PLUMÁRIA INDÍGENA EM SUA PRIMEIRA MOSTRA DE 2018
Como parte das comemorações do aniversário de São Paulo, "Urubu Ka'apor" exibe adornos e objetos litúrgicos e cerimoniais de várias etnias brasileiras, destacando a beleza e o significado de cada item

Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, instituição da Secretaria da Cultura do Estado, inaugura seu calendário expositivo de 2018 com "Urubu Ka'apor", sob curadoria de Beatriz Cruz e com a colaboração do Museu Índia Vanuíre, da cidade de Tupã/SP. Em comemoração ao aniversário da capital paulista, a mostra apresenta artefatos confeccionados por algumas etnias indígenas brasileiras, como adornos de cabeça - cocares, coroas, aros emplumados, coifas, dentre outros -, adornos de braços, além de objetos litúrgicos e cerimoniais.

Considerados mais que obras arte, os itens que compõem a nova exposição temporária do MAS/SP são, antes de mais nada, artefatos de uso cotidiano, de festas, de celebração, de tradição, os quais demonstram os modos de vida e a visão de mundo de cada um dos povos destacados. Das peças minimalistas Ka'apor aos leques occipícios Karajá, entramos em contato com meios de fazer carregados de ancestralidade que, em uma época de rápida obsolescência dos aparatos tecnológicos, somos tentados a nos esquecer. A curadora Beatriz Cruz comenta: "O mesmo espanto que tomou conta dos primeiros colonizadores e visitantes estrangeiros ao tomar contato com os artefatos produzidos por nossos índios, continua a nos surpreender pela técnica empregada, pelo uso, pela tradição que resiste apesar de toda nossa indiferença". Sobre este assunto, Jose Roberto Marcellino dos Santos, Presidente do Conselho Consultivo do MAS/SP, sinaliza: "Até que se compreendesse que para além de ornamentos corpóreos tinha funções solenes e ritualísticas evocando aspectos do sagrado, muito tempo se passou e lamentavelmente várias etnias desapareceram. Principalmente devido a aculturação, essa arte corre o risco de desvirtuamento, transformando objetos simbólicos em materiais comerciais e turísticos".

A arte plumária é constatada em todas as etnias do Brasil, que perfazem aproximadamente 305 diferentes grupos, sendo os mais conhecidos: GuaranisTupinambásKaxuyanaKarajásGuajajarasXingúXavanteMundurucuKa'aporYanomamisKaiapósBororó, dentre outros. A estimativa é de que a população indígena, por ocasião da descoberta, fosse de 5 milhões de habitantes - hoje reduzida a cerca de 400.000. "Em um país de dimensões continentais como o Brasil, onde coexistem mais de 150 línguas indígenas faladas, esta mostra representa uma pequeníssima parcela de toda a riqueza da cultura material dos primeiros habitantes do nosso país", conclui Beatriz Cruz.

Exposição: "Urubu Ka'apor"
Curadoria: Beatriz Cruz
Abertura: 25 de janeiro de 2018, quinta-feira, às 11h
Período: 26 de janeiro a 4 de março de 2018
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo - Sala MAS/Metrô Tiradentes - www.museuartesacra.org.br
Estação Tiradentes do Metrô - São Paulo – SP
Tel.: (11) 3326-5393 – agendamento/educativo para visitas guiadas
Horários: Terça-feira a domingo, das 9 às 17h
Ingressos: Grátis aos usuários do Metrô

Na Verve Galeria Paulo von Poser e curadoria de Ian Duarte Lucas. São Paulo von Poser




VERVE GALERIA INICIA 2018 COM INDIVIDUAL DE PAULO VON POSER 

"SÃO PAULO | VON POSERapresenta obras inéditas na semana do aniversário da cidade 

Verve Galeria inaugura seu calendário expositivo de 2018 com "SÃO PAULO | VON POSER", do artista plástico paulistano Paulo von Poser e curadoria de Ian Duarte Lucas. Planejada para as comemorações dos 464 anos de São Paulo, individual contempla nove séries inéditas, perfazendo um total de vinte e seis peças - em técnicas distintas de desenho, acrílica sobre tela, instalação e objetos -, que desvendam a relação do artista com a cidade onde nasceu, onde vive e trabalha, e que representa sua maior inspiração ao longo de seus 35 anos de carreira. 

Minha rua em São Paulo é um estranho assombro, sem casas nem vizinhos da frente, nem asfalto tem - a rua é de terra mesmo! Moro e trabalho literalmente no mato, no mais absoluto silêncio da natureza na periferia sul da cidade. Neste desenho me surpreendi com a presença de pessoas e o movimento desta rua deserta de onde saio todos os dias em busca da arte e da vida urbana. A citação de Paulo von Poser se refere a "minha rua" (desenho em carvão e acrílica sobre tela), trabalho realizado na Riviera Paulista, às margens da Represa de Guarapiranga. Ao conduzir o expectador por uma São Paulo muito pessoal, o artista aborda um conceito que permeia toda a sua pesquisa: a deriva, procedimento psicogeográfico proposto pelo escritor Guy Debord, representante do movimento situacionista, que tem como objetivo estudar os efeitos do meio urbano nos estados psíquico e emocional das pessoas. Ao registrar seus percursos, o artista se deixa conduzir pelo próprio ambiente urbano para produzir seus trabalhos, outro ponto de contato com os situacionistas, que propunham a abolição da noção de arte enquanto atividade especializada - sua superação viria pela transformação ininterrupta do meio urbano”, comenta Ian Duarte Lucas, curador da mostra.  
  
Em "vistas privadas" (desenho sobre papel, técnica mista), paisagens urbanas, como o bairro do Glicério, o Parque Dom Pedro e a Igreja da Boa Morte, são recriadas com os traços de Paulo von Poser. Na obra intitulada "vistas públicas", são apresentadas cenas da cidade elaboradas com grafite e guache sobre papel. “A exposição toma ainda uma dimensão urbana literal, na medida que propõe atividades pela cidade ao longo de seus dois meses de duração. A obra “tempo livre” percorrerá espaços importantes de São Paulo para o artista, e será completada em aulas de desenho abertas ao público, simbolizando esta cidade que se constrói a cada dia em suas incontáveis histórias”, conclui o curador.


"#desenhoderiva" (2016)







   
Exposição: "SÃO PAULO | VON POSER" 
ArtistaPaulo von Poser 
Curadoria: Ian Duarte Lucas 
Coordenação: Allann Seabra 
Fotografia: Victor Tronconi 
Abertura: 23 de janeiro de 2018terça-feira, às 19h 
Período: 24 de janeiro a 31 de março de 2018 
Local: Verve Galeria – www.vervegaleria.com 
Endereço: Rua Lisboa, 285 – Jardim Paulista, São Paulo – SP 
Telefone: (11) 2737-1249 
Horários: Terça a sexta-feira, das 10 às 19h / Sábado, das 11 às 17h 

TRIO Bienal - Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro





Release

TRIO Bienal - Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro
2ª T​RIO Bienal




 A TRIO Bienal - Bienal Tridimensional Internacional do Rio de Janeiro, 
nasceu como uma proposta para o Rio e em sua primeira edição em 2015, 
reuniu 154 artistas de 45 países, 
e recebeu durante os 2 meses que esteve aberta em 9 museus e instituições da cidade, 
um público de 215 mil pessoas, sendo 30 mil destes visitantes, 
crianças das redes públicas de ensino, nos projetos educativos das mostras.

             Em sua segunda edição, a bienal que apresenta obras em variados suportes, 
porém sempre tridimensionais, sendo a única em seu perfil entre as bienais do mundo, 
reúne cerca de 50 artistas brasileiros e internacionais, 
para falar de um momento de crise sistêmica, 
hoje principalmente​ de bases humanistas e democráticas 
no âmbito das liberdades de expressão e direitos individuais.

Sob o tema "Vestir o Mundo!", o curador Alexandre Murucci ​conclama os artistas 
a mostrarem que o sentimento de vestir o mundo, significa vestir compromissos, 
vestir anseios, vestir os elementos essenciais de nossa existência, de nossa relação com o mundo, 
com um planeta em conflito, em perigo, em urgências que nos exigem 
um posicionamento perante responsabilidades diárias.

            A mostra é dividida em 3 módulos relacionados a elementos da natureza – vistos por seus coeficientes simbólicos:  
"Ar" - representando a cultura, o saber, a história e nosso zelo pelo Passado. A herança do humano; 
"Água" - que representa as forças atávicas da natureza, nosso compromisso com o Futuro; 
e "Terra" - que representa o espírito, a força telúrica que rege o Presente, em todas as formas anímicas da vida.

            A 2ª TRIO Bienal abriu dia 17 de Dezembro na Cidade das Artes, ícone arquitetônico do Rio, 
que leva a assinatura do francês Christian de Portzamparc 
e dia 22 de Dezembro no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que pela primeira vez em sua história bicentenária, 
recebe uma exposição de arte contemporânea em seu Arboreto, 
abrindo o ano de comemorações de seus 210 anos. 
E segue até 17 de Março, na agenda abaixo:


TRIO Biennial - Three-Dimensional Rio International Biennial
2nd TRIO Biennial



             The TRIO Biennial - Three-Dimensional Rio International Biennial, 
was born as a proposal for Rio de Janeiro, 
and in its first edition in 2015, brought together 154 artists from 45 countries 
and received during the 2 months that it was open in 9 museums and institutions of the city, 
an audience of 215 thousand people, 30 thousand of these visitors, 
children of public education networks, in the educational projects of the shows.

             In its second edition, the biennial that presents works in various supports, 
but always three-dimensional, being the only one in its profile among the biennials of the world, 
brings together about 50 Brazilian and international artists, to speak of a moment of systemic crisis, 
humanist and democratic bases in the scope of the freedoms of expression and individual rights.

             Under the theme "Dress the World!", curator Alexandre Murucci calls on artists 
to show that the feeling of dressing the world means dressing commitments, dressing longings, 
dressing the essential elements of our existence, our relationship with the world, 
with a planet in conflict, in danger, in emergencies that require us 
to position ourselves facing daily responsibilities.

            The exhibition is divided into 3 modules related to elements of nature - seen by their symbolic coefficients:
"Ar" - representing culture, knowledge, history and our zeal for the Past. The inheritance of the human;
"Water" - which represents the atavistic forces of nature, our commitment to the Future; and
"Earth" - which represents the spirit, the telluric force that governs the Present, in all the soul forms of life.

The 2nd TRIO Biennial opened on December 17 in the City of Arts, Rio's architectural icon, 
under the signature of French architect Christian de Portzamparc 
and on December 22 at the Botanical Garden of Rio de Janeiro, which for the first time in its bicentennial history, 
receives an exhibition of contemporary art in its Arboretum, opening the year of commemorations of its 210 years. 
And it continues until March 17, in the agenda below:

Locais / Venues:

Jardim Botânico – Arboreto  / Botanic Garden - Arboretum
Segundas-feiras: das 12h às 18h (Monday - from 12 noon to 5 p.m.).
De terça a domingo: das 8h às 18h (Tuesday to Sunday - from 8 a.m. to 5 p.m.)
Rua Jardim Botânico, 1008 - Jardim Botânico - CEP 22470-180
Phone.: (21) 3874-1808  /  (21) 3874-1214
Ingressos / Tickets - R$15,00
Outras informações no site / infos: http://www.jbrj.gov.br

Cidade das Artes – Foyer da Grande Sala / City of Arts – Grand Foyer
Ter a Dom de 14h às 19h (Em dias de espetáculo até às 22h) 
Tuesday to Sunday, from 2 pm to 7 pm (On show days until 10 pm)
Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Phone.: 21-3325-0102
Grátis / free
Outras informações no site / Infos: http://cidadedasartes.rio.rj.gov.br

Release completo com textos curatoriais e fotos em anexo / Complete release with curatorial statement and pics att.:








Curador da mostra “Nova Escultura Brasileira”, em 2010, entre muitas outras. 
É também artista plástico, tendo participado em 2017 da 57ª Bienal de Veneza, no Pavilhão de Grenada.
          Alexandre Murucci é empreendedor cultural, cineasta, diretor de arte, cenógrafo e designer, 
Produtor da ARTIGO Rio Feira de Arte Contemporânea, Conselheiro do Instituto Niemeyer e do Museu da Caricatura Brasileira, 
Presidente do Museu do Orgulho da Cultura Negra (MOCUNE), e faz parte do grupo Embaixadores do Rio, associado ao Rio Convention Bureau. 
Criou em 2013 a TRIO Bienal, onde é Presidente e nesta edição acumula o cargo de curador.

About the Curator:

           Curator of the show "Nova Escultura Brasileira" (New Brazilian Sculpture), in 2010, among many others, 
he is also visual artist, having attended in 2017 of the 57th Venice Biennale at the Grenada Pavilion.
           Alexandre Murucci is a cultural entrepreneur, filmmaker, art director, set designer and designer, 
​producer of the ARTIGO Rio Contemporary Art Fair, 
Councilor of the Niemeyer Institute, and also of the Brazilian Caricature Museum.     
President of the Museu do Orgulho da Cultura Negra - MOCUNE (Black Culture Pride Museum), 
and is part of the Rio Ambassadors group, associated to Rio Convention Bureau. 
He created TRIO Biennial, in 2013, where he is President and in this edition he accumulates the position of curator. 


More Informations:
55.21.986692329
55.21. 2517.0013

Curator info:



Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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