sábado, 19 de maio de 2018

Imran Qureshi








Imran Qureshi (1972-) Nasceu em Hyderabad, Paquistão. Bachelor of Fine Arts from the National College of Arts, Lahore,Pakistan 2001 Residency at the Liverpool School of Arts, John Moores University,Liverpool, UK  Residency at the College of Fine Arts, University of New South Wales,Sydney, Australia

Sharjah Biennial Prize Participou das Bienais da Sharjah e Veneza. Vive e trabalha em Lahore, onde é professor do National College of Art. Trabalha com instalações e pinturas nessas seus trabalhos são detalhados sugerindo o estilo dos miniaturstas, da Mughal court (1526-1857).  



Self-Portrait,  2009.



This Leprous Brightness, 2010.



This Leprous Brightness, 2010.



Leakage II, 2011.


Opening Word of this New Scripture, 2013


Bleed, 2013. Foto: Haupt & Binder.



Instalação, 2013.


Moderate Enlightenmen, 2013.



 They Still Seek the Traces of Blood, 2014.


Togheter, 2015.


The Garden Whitin, 2015.



You Who Are U Love and My Life's Enemy Too, 2015.



This Leprous Brightness, 2015.



Love Me Love Me Not, 2016.





Instalção, 2016.


Easy Cutting, 2016.



This Leprous Brightness, 2017


Survived, 2017.




And How Many Rains Must Fall before the Stains Are Washed Clean Metropolitan Museum of Art, NYC. Roof Project.


Come Then, it's Time to Come Back Home Now, 2017
















sexta-feira, 18 de maio de 2018

Fábio Magalhães Pinturas







Fábio Magalhães (1982-) Desenvolve trabalhos com a mídia da Pintura. Suas obras surgem de metáforas criadas a partir de pulsões, das condições psíquicas e substratos de um imaginário pessoal, até chegar a um estado de Imagem/Corpo. Os resulta dos são obtidos por meio de artifícios que nascem de um modus operandi, que parte de um ato fotográfico e materializa-se em pintura. O artista apresenta encenações meticulosamente planejadas, capazes de borrar os limites da percepção, configuradas em distorções da realidade e contornos perturbadores. Desse modo, seu trabalho reúne um conjunto de operações, em que sua pintura ultrapassa as barreiras do Eu até encontrar o Outro, o Ser.
Fábio Magalhães (Tanque Novo – BA, 1982). Vive e trabalha em Salvador. Ao longo da carreira, realizou exposições individuais, a primeira em 2008, na Galeria de Arte da Aliança Francesa – Salvador/BA. Em 2009, “Jogos de Significados”, na Galeria do Conselho – Salvador/BA. Em 2011, “O Grande Corpo”, Prêmio Matilde Mattos/FUNCEB, na Galeria do Conselho – Salvador/BA. Em 2013, “Retratos Íntimos” na Galeria Laura Marsiaj – Rio de Janeiro. Foi selecionado para o “Rumos Itaú Cultural 2011/2013”; Entre as mostras coletivas estão: Em 2012 “Convite à Viagem -Rumos Artes Visuais 2011/2013”, no Itaú Cultural – São Paulo/SP, com curadoria do Agnaldo Farias; “O Fio do Abismo – Rumos Artes Visuais, 2011/2013” – Belém/PA, com curadoria de Gabriela Motta; “Territórios” na Sala FUNARTE/Nordeste – Recife/PE, com curadoria do Bitu Cassundé; “Espelho Refletido” no Centro Cultural Hélio Oiticica – Rio de Janeiro/RJ, com curadoria do Marcus Lontra; “Paraconsistente”, no ICBA – Salvador/BA, com curadoria de Alejandra Muñoz; Em 2009, “60º Salão de Abril” em Fortaleza/CE; e “63º Salão Paranaense” em Curitiba/PR; “XV Salão da Bahia” em Salvador/BA, em 2008; “I Bienal do Triângulo” em Uberlândia/MG, em 2007; Entre outras. Em 2011, recebeu o Prêmio FUNARTE Arte Contemporânea / Sala Nordeste; em 2010, Prêmio Aquisição e Prêmio Júri Popular no I Salão Semear de Arte Contemporânea em Aracaju/SE; Prêmio Fundação Cultural do Estado, em Vitória da Conquista/BA, e Menção Especial em Jequié/BA. Atualmente Exposição Individual na Caixa Cultural, Brasília



Encontro (Série Superfícies do Intangível) / Óleo sobre Tela / 190 x 315 cm / 2014.


Encontro Impossível (Série Superfícies do Intangível) / Óleo sobre Tela / 190 x 216 cm / 2014



 Afago II (Série Superfícies do Intangível) / Óleo sobre Tela / 190 x 209 cm / 2014.



A certeza é a prova da dúvida (Série Latências Atrozes) / Óleo sobre Tela / 190 x 230 cm / 2015.


Cofres para instintos primitivos (Série Latências Atrozes) / Óleo sobre Tela / 190 x 210 cm / 2015.


Em tempos de incertezas, o devaneio é a via de fuga (Série Latências Atrozes) / Óleo sobre Tela / 170 x 220 cm / 2015.


Sem Título (Série Retratos Íntimos) / Óleo sobre tela / 190 x 190 cm / 2013.


Sem Título (Série Retratos Íntimos) / Óleo sobre tela / 140 x 190 cm / 2010 / Coleção Particular.


Sem Título (Série Retratos Íntimos) / Óleo sobre tela / 100 x 130 cm / 2012 / Coleção Particular.


Sem Título (Série Retratos Íntimos) / Óleo sobre tela / 150 x 150 cm / 2013 / Coleção Particular.


Sem Título (Série Retratos Íntimos) / Óleo sobre tela / 190 x 140 cm / 2012.


 4 Quilos e 700 Gramas (Série Fronteiras do Devoluto) / Óleo sobre Tela / 140 x 140 cm / 2012.


30 gramas (Série Fronteiras do Devoluto) / Oleo sobre Tela / 80 x 80 cm / 2013 / Coleção Particular.



210 Gramas (Série Fronteiras do Devoluto) / Óleo sobre Tela / 100 x 130 cm / 2012 / Coleção Particular.


430 gramas (Série Fronteiras do Devoluto) / Óleo sobre Tela / 80 x 80 cm / 2013 / Acervo Escola de Belas Artes - UFBa.



Próximo Segundo (Série O Grande Corpo) / Óleo sobre tela / 110 x 140 cm (Díptico ) / 2008 / Coleção Particular


Invólucro VII ( Série O Grande Corpo) / Óleo sobre tela / 140 x 190 cm / 2001.



 Trouxas III (Alusivo ao Artur Barrio) / Óleo sobre Tela / 190 x 230 cm / 2013.


Onde moram os Devaneios? / Óleo sobre tela / 210 x 230 cm / 2013 / Coleção Particular.


 Dos Lugares que me prendem II / Óleo sobre Tela / 90 x 120 cm / 2010 / Coleção Particular.






Graduado em Artes Visuais pela UFBA 2007.  Vive e Trabalha em Salvador.

 MOSTRAS INDIVIDUAIS. 2016.. .“Além do que se vê, aquém do intangível”. Museu de Arte da Bahia, Salvador – BA. (Curadoria Alejandra Muñoz). 2013.. . “Retratos Íntimos”. Galeria Laura Marsiaj, Rio de Janeiro - RJ. 2011.. . “O Grande Corpo”. Galeria do Conselho, Salvador- BA. (Projeto contemplado pelo Edital Matilde Mattos). 2008.. .“Jogos de Significados”. Galeria do Conselho, Salvador-BA. (Projeto contemplado pelo Edital “Portas Abertas para as Artes Visuais”). 2007.. .“Linhagens do Acaso”. Galeria Aliança Francesa, Salvador-BA.

 MOSTRAS COLETIVAS. 2015.. . “Triangulações”. Museu de Arte da Bahia, Salvador-BA / Centro Cultural UFG, Goiânia -GO / Dragão do Mar, Fortalaza-CE (Curadoria Divino Sobral, Marília Panitz e Alejandra Muñoz). . “Circuito das Artes”. Galeria Aliança Francesa, Salvador-BA 2014.. . “À Sua Saúde”. Museu Nacional da República, Brasília-DF (Curadoria Polyanna Morgana). . “Bahia Contemporânea Bahia”. Roberto Alban Galeria, Salvador-BA (Curadoria Marcelo Campos). . “Como Refazer o Mundo”. Luiz Fernando Landeiro Arte Contemporânea, Salvador-BA (Curadoria Divino Sobral). . “Circuito das Artes”. Galeria Cañizares, Salvador-BA . 2013.. . “Triangulações”. Galeria Paulo Darzé, Salvador-BA / Mamam, Recife -PE / Museu Nacional, Brasília -DF (Curadoria Marília Panitz e Alejandra Muñoz). . “Crer em Fantasmas: Território da Pintura Contemporânea”. Caixa Cultural, Brasília - DF. (Curadoria Marcelo Campos). .“Convite à Viagem” “Rumos Artes Visuais 2011/2013”. Paço Imperial, Rio de Janeiro - RJ. (Curadoria Geral Agnaldo Farias). .“Mutatis Mutandis”. Galeria Moura Marsiaj, São Paulo - SP. (Curadoria Marcelo Campos). 2012.. .“Territórios”. Sala Funarte -Nordeste, Recife - PE. (Curadoria Bitu Cassundé). .“O Fio do Abismo” “Rumos Artes Visuais 2011/2013”. Casa das Onze Janelas, Belém - PA. (Curadoria Geral Gabriela Mota). .“Convite à Viagem” “Rumos Artes Visuais 2011/2013”. Itaú Cultural, São Paulo - SP. (Curadoria Geral Agnaldo Farias). .“Paraconsistentes”. ICBA - BA (Curadoria Alejandra Muñoz). .“Espelho Refletido”. Centro de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro - RJ. (Curadoria Marcus Lontra). 2011.. .“Corpo Incógnito: Água Viva”. Galeria Amarelonegro Arte Contemporânea, Rio de Janeiro - RJ. (Curadoria Marcelo Campos). .“Pintura Nova”. Galeria Acbeu, Salvador-BA (Curadoria Justino Marinho). 2010.. . “I Salão Semear de Arte Contemporânea”. Centro Cultural Semear, Aracaju – SE. . “Opinion”. Galeria do Conselho, Salvador-Ba (Projeto contemplado pelo Edital Matilde Mattos). . “Circuito das Artes 2010”. Galeria ICBA, Salvador-BA. .“Salão Regional de Artes Visuais da Bahia”. Centro Cultural Camilo de Jesus Lima, Vitória da Conquista - BA. .“Salão Regional de Artes Visuais da Bahia”. Centro Cultural Antônio Carlos Magalhães, Jequié-BA. .“Salão Regional de Artes Visuais da Bahia”. Centro Cultural Amélio Amorim, Feira de Santana-BA. 2009.. .“63° Salão do Paraná”. Museu de Arte Contemporânea, Curitiba - PR. .“60° Salão do Abril”. Galeria Antônio Bandeira, Fortaleza - CE. .“Circuito das Artes 2009”. Galeria Aliança Francesa, Salvador-BA. 2008.. .“XV Salão da Bahia”. Museu de Arte Moderna, Salvador-Ba. .“IX Bienal do Recôncavo”. Centro Cultural Dannemann, São Felix-BA. .“Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia”. Centro Cultural Adonias Filho, Itabuna - BA. .“Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia”. Centro Cultural Camilo de Jesus Lima, Vitória da Conquista - BA. 2007.. .“Bienal do Triângulo”. SESC/MG, Uberlândia - MG. .“Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia”. Centro Cultural Amélio Amorim, Feira de Santana-BA. . “Afetos Roubados”. Exposição Itinerante e Processual. Conjunto Cultural da Caixa, Salvador-BA. .“Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia”. Centro Cultural João Gilberto, Juazeiro - BA. .“INSERÇÔES”. Galeria Cañizares, Salvador-BA. 2006.. .“VIII Bienal do Recôncavo”. Centro Cultural Dannemann, São Felix-BA. .“Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia”. Centro Cultural Camilo de Jesus Lima, Vitória da Conquista-BA. .“Afetos Roubados”. Exposição Itinerante e Processual. Museu Théo Brandão, Maceió-AL /Galeria Capibaribe da UFPE, Recife-PE/ Faculdade Santa Marcelina, São Paulo-SP. 2005.. .“Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia”. Centro Cultural Amélio Amorim, Feira de Santana-BA. .“Afetos Roubados”. Exposição Itinerante e Processual. ICBA, Salvador-BA. 2004.. .“VII Bienal do Recôncavo”. Centro Cultural Dannemann, São Felix-BA. 2003.. .“125 anos de Escola de Belas Artes”. Centro de Memória e Cultura dos Correios Salvador-BA.

 PRÊMIOS 2015.. .INDICAÇÃO ao PRÊMIO PIPA ARTE 2015. MAM Rio de Janeiro – JR. 2011.. .PRÊMIO FUNARTE ARTE CONTEMPORÂNEA 2011. Recife – PE. 2010.. .PRÊMIO AQUISIÇÃO. I Salão Semear de Arte Contemporânea. Sociedade Semear, Aracaju – SE. .PRÊMIO JURI POPULAR. I Salão Semear de Arte Contemporânea. Sociedade Semear, Aracaju – SE. .PRÊMIO FUNDAÇÃO CULTURAL DO ESTADO. “Salão Regional de Artes Visuais da Bahia”. Centro Cultural Camilo de Jesus Lima, Vitória da Conquista - BA. .MENÇÂO ESPECIAL. “Salão Regional de Artes Visuais da Bahia”. Centro Cultural Antônio Carlos Magalhães, Jequié-BA

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Prêmio Foco Bradesco Art Rio Inscrições

Com o objetivo de fomentar e difundir a produção de artistas visuais com até 15 anos de carreira, a ArtRio e o Bradesco apresentam a sexta edição do Prêmio FOCO.
Três artistas brasileiros selecionados vão participar de seis semanas de residência em três importantes instituições, além de exibirem suas obras durante a oitava edição da ArtRio (setembro de 2018) em um stand especial.
A seleção dos vencedores será feita por um Comitê Curatorial independente da feira, formado por Bernardo Mosqueira, diretor do projeto, e os representantes de cada uma das residências.
_Rio de Janeiro
 Residência Despina
 Responsável _ Consuelo Bassanesi
_Salvador
Residência Sacatar
 Responsável _ Taylor Van Horne

_Cuba
 Residência Artista x Artista
 Responsável _ Lilebit Fadraga
As inscrições para o Prêmio são gratuitas e deverão ser feitas online até o dia 31 de maio.
Dúvidas serão respondidas através do e-mail: premiofoco@artrio.art.br.
Clique aqui para se inscrever. O edital do prêmio está disponível no portal: arterio.art.br

Coletiva "Desmedida" + Rodrigo Cunha | Quinta, 17 de maio, 19h

Abertura (17/05 | quinta-feira)
Coletiva "Desmedida" + Rodrigo Cunha
DESMEDIDA
Curadoria: 
Diego Matos

Artistas: André Penteado, Daniel Frota, Haroldo Sabóia, João Castilho, Marcelo Gomes e Karim Aïnouz, Regina Parra, Romy Pocztaruk e Tuca Vieira
Abertura: Quinta-feira, 17 de maio de 2018, às 19h
Na exposição coletiva "Desmedida”, prelúdio de uma pesquisa curatorial mais ampla desenvolvida na última década, o curador Diego Matos reúne um conjunto de trabalhos que retratam o Brasil, seu lastro histórico e suas múltiplas realidades à luz de um imaginário construído nas duas últimas décadas do século XXI. Na contramão aos parâmetros de uma história oficial baseada nas ideias grandiosas de progresso e civilização e na atenção ao desenvolvimento das grandes metrópoles, as investidas dos artistas aqui selecionados conflagram largo interesse em explorar, reconhecer territórios grandiosos mas invisíveis. Trata-se desse mesmo Brasil que, no momento, seja por temor, ignorância ou elitismo, é dado as costas.

Em busca de narrativas que refletem sobre outros entendimentos do que seria o chamado “Brasil profundo”, "o grande sertão", a dimensão da floresta ou a errônea percepção da natureza "selvagem", a seleção contempla produções de André Penteado (São Paulo, 1973), Daniel Frota (Rio de Janeiro, 1988), Haroldo Sabóia (Fortaleza, 1985), João Castilho (Belo Horizonte, 1978), Marcelo Gomes (Recife, 1963), Karim Aïnouz(Fortaleza, 1966), Regina Parra (São Paulo, 1981), Romy Pocztaruk (Porto Alegre, 1983) e Tuca Vieira (São Paulo, 1974). “Muitas destas pesquisa encontram nas profundezas do interior, deste íntimo do país, alguma condição universal, um sentimento comum demasiadamente humano. O interesse é este: confrontar o íntimo e o universal, o micro e o macro, confundindo escalas”, afirma.

O título da exposição é tomado emprestado do livro “Desmedida”, do escritor angolano Ruy Duarte de Carvalho. Trata-se de um relato poético de viajante quando de sua prospecção pelo Brasil, a partir de excursão pela bacia do Rio São Francisco. “Vários artistas estabelecem relações poéticas e visuais semelhantes ao escritos de Ruy. Há uma geração de artistas trabalhando com a ideia de redescobrimento. O interior do país passou por transformação sócio econômica radical nos últimos 20 anos”, afirma o curador.

De Tuca Vieira, a série fotográfica “Viagem ao Brasil” (2013) faz um retrato deste novo habitus construído sob a égide do desenvolvimento econômico e que se sobrepõe aos discursos globalizantes e homogeneizadores. Dois vídeos de Haroldo Sabóia – “Carta  à Solidão (2016)” e “Na medida em que caminho” (2017) – fazem uma espécie relato poético sobre paisagens interioranas do Nordeste do país. Também o faz o vídeo “Sertão de Acrílico Azul Piscina” (2004), da dupla Marcelo Gomes e Karim Aïnouz, com tom documental e prospectivo, mas de caráter eminentemente experimental e poético. É por ele que a própria narrativa expositiva começa. O último vídeo da coletiva, “Barca Aberta” (2016), de João Castilho, reflete sobre deslocamentos de trabalhadores no interior mineiro, perpetuando a idéia permanente de movimento enquanto forma de sobrevivência.

De André Penteado, fotografias da série “Missão Francesa” (2017) desvendam o processo civilizatório e cultural de “catequizar” o Brasil a partir de referências ocidentais. Talvez seja esse contexto registrado que demarca a primeira ação de caráter simbólico no país, na construção de uma modernidade forjada. E, de Romy Pocztaruk, trabalhos da série “A Última Aventura” (2014) investigam os vestígios materiais e simbólicos remanescentes da construção da rodovia Transamazônica, um projeto faraônico, utópico e ufanista, relegado ao abandono e esquecimento. Regina Parra é a única artista a apresentar uma pintura da mostra. “Um Perigo um Chance” (2017), pintura de escala monumental, vem de uma pesquisa da artista que reflete sobre temas como imigração, iminências de transformação e condições inóspitas, colocando o espectador em real situação de desequilíbrio. Por fim, Daniel Frota, com sua peça sonora “It’s a Perpetual Way”, investindo na natureza circular e mântrica da musica popular brasileira,  manipula a canção de Caetano Veloso, “It’s a Long Way”, de 1972, abrindo alas aos que chegam à galeria, o que põe em contato o público e o privado.

A coletiva “Desmedida” abre no dia 17 de maio e fica em cartaz até 16 de junho.

Sobre o curador 

Diego Matos (Fortaleza, Brasil, 1979) é pesquisador e curador; mestre (2009) e doutor (2014) pela FAU-USP. Foi um dos curadores do 20o Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil (Sesc Pompéia, 2017). É organizador, com Guilherme Wisnik, do livro Cildo: estudos, espaços, tempo (Ubu Editora, 2017). Foi assistente de curadoria da 29ª Bienal de São Paulo (2010); membro do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake (2011 – 2013); curador assistente do 18º  Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil (2013); e curador das exposições Da Próxima Vez Eu Fazia Tudo Diferente (Pivô, 2012) e Quem nasce pra aventura não toma outro rumo (Paço das Artes, 19º Videobrasil), todos em São Paulo, entre outras. Foi coordenador de Acervo e Pesquisa da Associação Cultural Videobrasil (2014-2016). Foi curador de exposições individuais de artistas como: Michel Zózimo, Rafael Pagatini, Raquel Garbelotti, Yiftah Peled, entre outros. Atuou também como professor em centros de ensino de arte e arquitetura em São Paulo (Instituto Tomie Ohtake, Escola São Paulo, Centro de Pesquisa e Formação e outras unidades do Sesc São Paulo). Ademais, escreve textos para catálogos de exposições; livros e exposições de artistas e colabora com revistas acadêmicas e de arte.

Serviço 
Desmedida
Exposição coletiva na Zipper Galeria
Artistas: André Penteado, Daniel Frota, Haroldo Sabóia, João Castilho, Karim Aïnouz, Marcelo Gomes, Regina Parra, Romy Pocztaruk, Tuca Vieira
Curadoria: Diego Matos
Abertura: 17 de maio de 2018, às 19h
Em cartaz até 16 de junho de 2018
R. Estados Unidos 1494, Jardim América – Tel. (11) 4306-4306
Segunda a sexta, 10h/19h; sábado, 11h/17h
RODRIGO CUNHA HORA DO INTERVALO
Abertura: Quinta-feira, 17 de maio de 2018, às 19h
Por trás dos personagens e cenários aparentemente despretensiosos nas pinturas de Rodrigo Cunha reside o que há de próprio no trabalho do artista. A centralidade na representação da figura humana; o gesto que, ao contrário das pinceladas expressivas, mascara o comparecimento do artista ante a tela; os personagens caricaturais saídos do imaginário do artista, em poses solitárias que revelam algo de íntimo; os pequenos detalhes inseridos como indícios de uma biografia inventada. Tudo reaparece em “Hora do Intervalo”, terceira individual de Rodrigo Cunha na galeria, aberta a partir do dia 17 de maio.

A nova série de pintura se desdobra do que o artista havia apresentado em sua última mostra na Zipper, "Jardim Cético", em 2015, que reunia figuras exercendo seus ofícios: cenas de labor, da luta diária pela subsistência. Agora, os personagens estão em seus momentos de lazer, ou simplesmente de repouso. Júbilo, prazer, distração norteiam as situações representadas nas telas, que buscam, ainda, a representação de certos tipos que se colocam às margens do convívio social.

As pinturas parecem congelar um dado momento na trajetória destes personagens. Algo estava em curso quando eles pararam para ser retratados. Solitários e rodeados por elementos retirados de suas biografias imaginadas, eles posam como para uma fotografia – neste caso, o “fotógrafo” é o próprio pintor. Se em séries anteriores Rodrigo Cunha retratava personagens de seu imaginário, nessas os representados são baseados em pessoas reais, do círculo de convivência do artista, por quem ele nutre algum tipo de afeto.

“Hora do Intervalo” fica em cartaz na Zipper até 16 de junho.

Sobre o artista 

A pesquisa do artista Rodrigo Cunha (Florianópolis, Brasil, 1976) foca predominantemente a pintura centrada na representação da figura humana. Em planos que parecem deslizar os elementos para fora da tela, personagens que habitam a imaginação do artista desnudam sua privacidade, em poses em cômodos fechados. Ao representar, como pano de fundo, telas dentro de suas telas, o artista promove ainda um diálogo entre sua pintura e as de outros movimentos artísticos. Rodrigo tem trabalhos em coleções institucionais como Fundação Cultural Badesc (Florianópolis); Galeria de Arte da Universidade Federal de Santa Catarina (Florianópolis-SC); Museu de Arte de Santa Catarina, Florianópolis (Florianópolis-SC) e SESC Santa Catarina (Florianópolis-SC). Principais exposições individuais: "Jardim Cético", Zipper Galeria, São Paulo, Brasil (2015), "Diálogos com Desterro", Museu Vitor Meirelles, Florianópolis, Brasil (2008), Museu de Arte de Blumenau, Brasil (2006). Principais exposições coletivas: Bienal Internacional de Curitiba (2017); "A Figura Humana", Caixa Cultural Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil (2014), "É o que há", Fundação Cultural Badesc, Florianópolis, Brasil (2013), "Rótulos", Museu de Arte de Santa Catarina, Florianópolis, Brasil (2007).

Serviço
Hora do Intervalo
Exposição individual de Rodrigo Cunha na Zipper Galeria
Abertura: 17 de maio de 2018, às 19h
Em cartaz até 16 de junho de 2018
R. Estados Unidos 1494, Jardim América – Tel. (11) 4306-4306
Segunda a sexta, 10h/19h; sábado, 11h/17h

Paulo Nimer Pjota Runo Lagomarsino Mendes Wood DM São Paulo

Últimos dias para ver as exposições individuais de /
Last days to see the solo exhibitions of

Paulo Nimer Pjota
Runo Lagomarsino


Sábado, 19 de Maio, 10h – 19h
Saturday, May 19th, 10 am – 7 pm

Mendes Wood DM São Paulo
Rua da Consolação 3368
São Paulo, Brazil


Paulo Nimer Pjota
Medley

Imprensa Selecionada / Selected Press 
Frieze Magazine
Cura Magazine
Runo Lagomarsino
No element, however has the final word in the construction of the future

Imprensa Selecionada / Selected Press
Mousse Magazine
Terremoto Magazine (upcoming)
+


Próximas Exposições / Upcoming exhibitions


Adriano Costa
Marcelo Cipis



Abertura / Opening
Sábado, 26 de Maio, 19h – 22h
Saturday, May 26th, 7pm – 10pm


Mendes Wood DM São Paulo
Rua da Consolação 3368
São Paulo, Brazil
Rua da Consolação 3368
01416 – 000 São Paulo SP Brasil
+55 11 3081 1735
info@mendeswooddm.com

Segunda-feira – Sábado
Monday – Saturday, 10 am – 7 pm
www.mendeswooddm.com 

Facebook  /  Instagram

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
Now